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quarta-feira, 1 de maio de 2013

20 +1


                Hoje é dia de duplo aniversário: 21 anos de trabalho e 1 ano do blog*.
                No trabalho são muitas memórias, vivências, aprendizados... no blog , textos e dicas publicados, visualizações, leitores,  feedbacks... Na verdade eles não estão dissociados, o blog serviu para eu resgatar o gosto pela escrita e exercitar um novo olhar nas rotinas de um gerente.
                Um novo olhar, nada mais é que trocar de posição ou abrir mão de uma convicção e perguntar-se: e se não fosse assim? Ou como diz uma amiga: ‘e se um “marciano” pousasse na Terra, qual seria a sua visão?’
                Mais do que nos 21 anos de trabalho, neste último ano, por circunstância da atividade profissional ou da vida pessoal, precisei exercitar muito a “troca de lugar”, tentar ver as coisas pelo ponto de vista do outro... nem sempre consegui e algumas aconteceram fora do tempo.
                Dentro do gerenciamento esta prática é fundamental. O tempo todo, precisamos  considerar o ponto de vista do membro da equipe, do fornecedor, do cliente, do cliente do cliente... enfim, são muitos os personagens, cada um carregando a sua história.
                Deparar-se com outra visão, muitas vezes, vai nos levar a tomar decisões que mudam todo o processo, ou o que estava planejado. O famoso PDCA*. É comum, depois de se rodar um PDCA, o projeto mudar de forma muito significativa, podendo até modifica-lo radicalmente.
                Nestes 20+1 anos, rodei muitos PDCAs no trabalho e na vida e posso dizer que, hoje, estou no P novamente!


* PDCA (Plan, Do, Check, Act = Planejamento, Execução, Verificação e Ação)

domingo, 9 de setembro de 2012

“Não existiria som se não houvesse o silêncio...”


Há algum tempo tenho me incomodado muito com algumas postagens nas redes sociais. Na sexta-feira de noite começam as reclamações sobre como o final de semana passa rápido, no domingo já estão perguntando se falta muito para sexta feira. Na semana passada, uma amiga “tuitou” que odiava as noites de domingo e, depois que mudou de emprego, descobriu que o problema era as segundas. No programa “Isto é coisa da sua cabeça”, de Inês de Castro, na Band News FM, o assunto foi a “depressão” de fim de semana. Domingo é o tema do post.
O final de semana (ou dia de folga, para quem trabalha sábado e domingo) deve ser o momento para renovar a energia, desfrutar, revigorar... se for um momento dramático, devemos avaliar! Estamos exagerando nas expectativas ou temos que repensar nosso trabalhou e/ou nossa atitude diante dele.
Na posição de gestores de equipe, devemos nos perguntar: como a equipe encara a segunda-feira?  Se para maioria este dia é um fardo, é necessário rever a condução do trabalho. As dicas de Dr. Daniel Martins de Barros, na conversa com a Inês de Castro, são preciosas: dar autonomia à equipe quando possível, exemplo, deixar que definam horário de almoço, dar prioridade na execução das tarefas, contextualizar as tarefas exercidas no processo da empresa, entre outras. Mas o mais importante é estar atento ao grupo gerenciado, o clima na segunda pode refletir o estado de espírito do grupo e o gestor precisa intervir para melhorar se não estiver bom. Rever objetivos, realocar profissionais, dar feedbacks construtivos, ouvir!
O domingo é o primeiro dia da semana! Planejar, organizar, esperar coisas boas deve estar na pauta, se isto não for possível, se o desânimo dominar, precisamos “rodar o nosso PDCA*”. Deixo o Milton como inspiração para o final de domingo, segunda, terça... de todos.
*Plan Do Check Act or Plan Do Check Adjust = Planejar, agir, checar e agir ou Planejar, agir, checar e ajustar.