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domingo, 3 de fevereiro de 2013

No cinema


No final de janeiro o jornal Valor Econômico publicou um artigo “Gerente que é bom vai ao Cinema” *, falando a respeito do livro “Os filmes que todo o gerente deve ver”**. Há tempos saiu uma lista de filmes que valem por uma sessão de coaching (dica 10 deste blog***). Com certeza, alguns filmes são verdadeiras lições de como gerenciar uma equipe, tirar o melhor de cada grupo.
Neste final de semana, a convite do meu filho, fiz uma imersão no cinema: foram 5 filmes; diferentes entre si, todos ótimos. Cada um me trouxe uma reflexão, colocou um espelho em minha frente ou uma “pulga atrás da orelha”.
O cinema, assim como a literatura, o teatro, a dança, as artes plásticas... têm como matéria prima as relações humanas, os sentimentos individuais, os conflitos. Exatamente a mesma dos gerentes. Então não é necessário fazer uma lista com filmes recomendados, todos podem contribuir: um novo ponto de vista sobre uma situação rotineira, o despertar de um sentimento, a visualização de uma realidade diferente, relações vistas com olhar externo, muitas possibilidades!
Apesar de todas as lições, em minha opinião, o melhor de tudo é distanciar-se da realidade pessoal e profissional, relaxar, curtir as manifestações artísticas com alma e corações abertos, sem preocupações com ganhos secundários ou aprendizados, pois estes ocorrerão de forma natural.
  Não vou dividir, aqui, os meus aprendizados, cada um tem os seus, mas os filmes sim: Les Misérables, O Lado Bom da Vida, Lincoln, Amour e Django. Escolha os seus e aproveite!




** "Os Filmes Que Todo Gerente Deve Ver - Aprenda nos Cinemas o Que Você Precisa Saber Sobre Gestão"
Marco A. Oliveira e Pedro Grawunder. Editora Saraiva, 376 págs., R$ 49,90




segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Diversidade cultural


A diversidade cultural está presente na rotina da maioria das empresas, seja através de profissionais ou de clientes e fornecedores com os quais ela se relaciona.  Esta heterogeneidade pode ser muito rica para o desenvolvimento do trabalho, mas se não for bem gerenciada pode resultar em um problema.
O foco aqui é a equipe.  Quando um membro estrangeiro entra em um grupo de trabalho formado, já passou pelo processo seletivo, logo atende às condições técnicas, portanto não deve ser essa a área de principal preocupação. As questões comportamentais, que estão diretamente ligadas aos valores culturais é que costumam ser ponto de conflito.
Para tirar proveito das diferenças culturais é preciso que equipe e o recém chegado entendam as realidades de um e de outro. O primeiro passo é fornecer ao grupo o máximo de informações possíveis sobre o local de onde o novo colega vem, incluindo hábitos alimentares, comportamento característico, costumes, personalidades de destaque no país, etc. o mesmo deve ser feito ao estrangeiro.
            Oportunizar momentos de encontros onde cada um possa expor características pitorescas a respeito da sua origem ou opinar a respeito de temas mundiais, pode ser uma valiosa ocasião para se perceber e entender as diferenças e, consequentemente, melhorar o trabalho como um todo.
              O gerente ainda deve observar como está conduzindo o seu trabalho em relação ao novo membro, pois os modelos de gestão também podem variar de acordo com o país, mas este tema merecerá um post exclusivo.